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O chefe do Comité Paralímpico Russo escreveu uma carta aberta a Bach sobre o afastamento de atletas russos de Paralimpíadas de 2016
O chefe do Comitê Paralímpico Russo (CPP), Vladimir Lukin, escreveu uma carta aberta ao presidente do COI Thomas Bach sobre o afastamento da seleção russa e proibição para participar nos Jogos Paralímpicos de 2016. Em uma carta publicada no site oficial do CPP, Lukin argumenta contra tal decisão adotada pelo Comitê Paralímpico Internacional (CPI), que foi baseada em um relatório da comissão independente da WADA dirigida porRichard McLaren.

- É óbvio que, neste caso, é uma questão de aplicação do princípio da responsabilidade colectiva de crimes não comprovados – diz-se na carta de Lukin. – A solução do CPI está em contradição flagrante com os princípios básicos do direito internacional e da cultura europeia que fundamentam os valores Olímpicos e Paralímpicos. Punir, de uma maneira brutal e indiscriminada, centenas pessoas inocentes para eventual utilização abusiva de alguns (os quais, naturalmente, devem ser punidos), e as pessoas a quem o destino já tinha severamente punidos - isto é muito longe dos princípios do humanismo europeu e conceitos jurídicos europeus.

A prática de culpa coletiva, a punição não individualizada até o final da investigação e as decisões judiciais, o princípio da presunção de culpa e da punição dupla para a mesma infração, tudo isso não é algo para o qual os melhores no seu povo e no meu próprio país lutavam e continuam a lutar.

Fonte:

www.sport-expres s.ru

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